O Athletico retornou à Série A do Brasileirão. O acesso foi conquistado com a vitória sobre o América-MG, por 1 a 0, no último domingo (23), na Arena da Baixada. O acesso coloca a cereja no bolo de uma temporada em que tudo parecia encaminhado para a permanência do Furacão na Série B.
Conteúdo
- 1 Athletico iniciou entre os líderes e passou por um dos maiores vexames
- 2 Interino e chegada de Odair
- 3 Ferrari ficou de lado: o choque de realidade dado por Odair
- 4 Furacão embalou sequência de vitórias
- 5 Viveros e Julimar brilham na reta final
- 6 Apostas na Série B – 5 melhores plataformas da temporada 2025
- 7 Siga o UmDois Esportes
Athletico iniciou entre os líderes e passou por um dos maiores vexames
Após a eliminação vexatória no Campeonato Paranaense, em que levou um verdadeiro baile do Maringá na semifinal, o Athletico começou bem a Segundona. Sob comando do técnico Maurício Barbieri, o time figurou entre os líderes nas primeiras rodadas. No entanto, a oscilação não demorou a aparecer e o aproveitamento despencou.
O fim do trabalho de Barbieri foi selado com um dos maiores vexames da história recente do clube na Arena da Baixada: a goleada por 4 a 1 sofrida para o Botafogo-SP diante da torcida, logo na sexta rodada.

Interino e chegada de Odair
O português João Correia, técnico do sub-20, assumiu como interino. Apesar do perfil energético, o novo comandante não agradou boa parte do elenco. Com um empate diante da Chapecoense e uma derrota para o Vila Nova, fora de casa, a diretoria acelerou a busca por um substituto.
Odair Hellmann chegou antes da nona rodada. Com experiência de acesso pelo Internacional, levando o clube gaúcho da Série B à Libertadores, o Papito tinha a missão de repetir o feito no Furacão. A primeira parte já foi cumprida.

Ferrari ficou de lado: o choque de realidade dado por Odair
Odair teve muito trabalho no Athletico. Desde 2024, o time se acostumou a sofrer gols em bolas paradas e nos acréscimos. Mesmo carregando o rótulo de retranqueiro, o treinador penou para encontrar formas de amenizar essas fragilidades.
Os problemas começaram a diminuir somente após a chegada de reforços. Talvez esse seja o maior mérito de Odair: dar um choque de realidade à torcida e também internamente. Ele deixou de lado a ilusão de que o elenco rubro-negro era uma “Ferrari” e o melhor da Série B, discurso repetido pelo ex-técnico Barbieri e pelo ex-diretor de futebol Rodrigo Possebon, responsáveis pelo início do projeto.
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Odair não foi apenas técnico. Atuou como um verdadeiro diretor esportivo, pegando o telefone e contatando jogadores para apresentar o projeto do clube. Muitas tentativas fracassaram, especialmente no mercado nacional, mas diversos reforços chegaram com seu aval ou indicação direta.
Furacão embalou sequência de vitórias
O acesso só foi possível graças a uma reação inesperada. Depois de vários jogos em que pontos foram desperdiçados por falhas individuais, uma arrancada surpreendeu até os torcedores mais otimistas.
O Athletico chegou a estar 12 pontos atrás do G4 na 22ª rodada. A guinada só veio com a maior sequência de vitórias desta edição: sete triunfos consecutivos, além de oito jogos de invencibilidade contando o empate com o Cuiabá. A sequência recolocou o clube no grupo dos quatro primeiros na 30ª rodada.

Viveros e Julimar brilham na reta final
Um fator decisivo no acesso do Athletico foi a dupla de atacantes. Recuperado de sua segunda lesão de ligamento cruzado anterior (LCA), Julimar voltou como xodó da torcida e foi decisivo na reta final.
Juligol marcou os dois gols da vitória sobre o Amazonas, deu a assistência para Viveros garantir o triunfo sobre o Goiás, fora de casa, e balançou a rede no 2 a 0 contra o Volta Redonda. Também participou diretamente do gol contra a Ferroviária. Ao todo, esteve envolvido em três dos quatro gols do time nas últimas quatro rodadas.

Já Kevin Viveros foi a contratação mais cara da história do Athletico. O presidente Mario Celso Petraglia autorizou o investimento de 5 milhões de dólares — cerca de R$ 27,5 milhões — para tirá-lo do Atlético Nacional, da Colômbia.
Indicado por Odair, Viveros respondeu rapidamente. Sem tempo para adaptação, o camisa 9 soma 10 gols e duas assistências em 23 partidas pelo Furacão. Além disso, tornou-se o artilheiro do time na Série B, com nove gols.
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